O Que é Bullying? Como os Pais podem Ajudar os Filhos?

A prática de perseguição e de pressão psicológica entre alunos e professores sempre foi comum nas escolas, mas nos últimos tempos, esses comportamentos maléficos no meio escolar e laboral passaram a ser conceituados como bullying.


O ato de satirizar e menosprezar o colega na escola, na faculdade e até mesmo numa empresa, tem sido considerado como uma anormalidade na convivência social entre as pessoas podendo revelar ou gerar problemas psicológicos nos indivíduos.

Em décadas anteriores, os conflitos entre estudantes eram considerados como um fator menor, presente no processo de desenvolvimento da criança e do adolescente, porém, nos últimos anos o assunto ganhou seriedade e mais atenção até mesmo das autoridades.

O bullying

Uma implicância de cunho pessoal, colocar apelido ruim na pessoa, perseguir, alimentar conflitos e agressões físicas são os principais exemplos da prática de bullying.

 

Esses conflitos, em conjunto, podem revelar problemas psicológicos e comportamentais no indivíduo que pratica os atos conflituosos e gerar doenças mentais na vítima, mesmo que, a princípio, a doença seja assintomática.

 

Mesmo que o assunto tenha ganhado relevância nas reuniões de pais e professores, na mídia de massa e nas mesas de autoridades, o tema ainda gera dúvidas entre estudantes, pais e professores.

 

Atualmente, essas situações negativas nos relacionamentos sociais, principalmente, na área escolar e familiar, devem ser combatidas e receber acompanhamento por parte dos pais, responsáveis e gestores escolares.

O bullying escolar

O termo tem origem no idioma inglês e significa o ato de perseguir o outro de forma repetida para gerar constrangimento moral, sofrimento psicológico e físico.

 

Quando essas atitudes são praticadas na escola, ele é conceituado como “bullying escolar”. Pode atingir alunos, professores e funcionários de escolas.

 

Mas, as atitudes ocorrem, principalmente, entre alunos e, em certos casos mais acentuados podem terminar em brigas, suspensões e até em morte.

 

Em determinados casos, estudantes tomam a decisão de mudar de escola ou de faculdade para se livrar de um colega ruim ou de um professor que sempre o persegue e prejudica.

O fator emocional

Um dos piores sintomas do conflito e da perseguição é o medo e a perda no desempenho escolar. Os pais devem ficar atentos ao fato da criança e do adolescente se isolar demais e não querer ir a escola.

 

Outros sintomas devem ser observados como falta de concentração, semblante triste e dificuldade para se expressar.

Consequências físicas

Quando as perseguições se transformam em conflitos e agressões físicas, o indivíduo pode chegar em casa com marcas no corpo e até contusões severas.

 

Dependendo do fato, a vítima e seus responsáveis devem procurar a direção da escola, a secretaria de educação e na última instância a delegacia de polícia para dar queixa contra quem praticou a violência.

A difamação pública

A perseguição escolar pode também envolver a difamação moral da criança e do adolescente nas instalações da escola, na rua onde ela mora e até mesmo nas redes sociais como forma de tentar ridicularizar a pessoa.

 

Todos os tipos de difamação devem ser avaliados pelos pais e professores e tratados de forma individual para evitar conflitos piores nas relações escolares.



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